Quinta, 28 de maio de 2026

(1Pd 2,2-5.9-12; Sl 99[100]; Mc 10,46-52) 8ª Semana do Tempo Comum.

“[...] O filho de Timeu, Bartimeu, cego e mendigo, estava sentado à beira do caminho” Mc 10,46.

“É esta a posição não somente do cego sentado à beira da estrada, mas de quantos se detêm na vida espiritual, na sua ação de apostolado. Contentam-se com o que são e com o que fazem; é como se lhes bastasse e os satisfizesse o seu ‘status’; não os toca o afã por melhorar nada em seu ser, em seu agir. Não são maus; disso têm consciência. E, por não serem maus, não são melhores; e disso não estão conscientes. Que o aguilhão de teu zelo me inquiete, Senhor! Que o zelo de tua casa me devore! Deverei regozijar-me por ter-me corrigido de algum defeito, por ter realizado tal ou qual apostolado. Porém, isso não deve fechar-se à perspectiva de me empenhar mais e de ir sempre em frente” (Alfonso Milagro – O Evangelho meditado para cada dia do ano – Ave-Maria).

 Pe. João Bosco Vieira Leite