Sábado, 16 de maio de 2026

(At 18,23-28; Sl 46[47]; Jo 16,23-28)

“Em verdade, em verdade vos digo, se pedirdes ao Pai alguma coisa em meu nome ele vo-la dará” Jo 16,23.

“Jesus queixa-se de nossa oração; não sabemos orar; quase não oramos senão quando temos alguma necessidade; pelo contrário, quando tudo corre bem, pensamos que não necessitamos de Deus. E quando alguma coisa vai bem, nem sequer nos ocorre agradecer; como também não nos ocorre a oração de louvor e a oração de disponibilidade ao plano que Deus tenha traçado sobre nós. Com efeito, existem várias espécies de oração: a de petição, pela qual pedimos o que necessitamos; a de purificação, pela qual pedimos o perdão de nossos pecados; a de oferecimento ou oblação, pela qual pedimos ao Senhor que se cumpra em nós sua divina vontade. Esta última é a mais perfeita: colocar-se à disposição de Deus, para que em nós se cumpra sua vontade e Deus possa utilizar-se de nós segundo seus planos, que sempre são a salvação dos homens e a nossa própria santificação” (Alfonso Milagro – O Evangelho meditado para cada dia do ano – Ave-Maria).

Pe. João Bosco Vieira Leite