Quinta, 01 de janeiro de 2026

(Nm 6,22-27; Sl 66[67]; Gl 4,4-7; Lc 2,16-21) Santa Maria, Mãe de Deus.

“Os pastores foram às pressas a Belém e encontraram Maria e José, e o recém-nascido deitado na manjedoura”

Lc 2,16.

“O canto angélico faz os pastores partirem para contemplar o menino na manjedoura. Tanto os pastores como Maria são exemplos para a fé com a qual devemos corresponder à visita de Deus aos homens pelo nascimento de Jesus. Os pastores veem o que o anjo lhe prometera. E eles interpretam o que veem pela palavra ouvida. Maria guarda as palavras no seu coração; ela as interpreta, a fim de entender o que aconteceu. Mas não se trata de uma compreensão intelectual, e sim de um movimento da palavra divina dentro do coração, de uma interpretação clara e acertada do agir divino, no nível do sentimento. É assim que devemos ponderar no nosso coração a história do nascimento de Jesus. Devemos deixá-la mover, para cá e para lá, até que a nossa sensibilidade saiba acompanhar a misteriosa oscilação do amor divino, que no nascimento de Jesus invadiu a história, aparecendo visivelmente para nós todos” (Anselm Grüm – Jesus, modelo do ser humano – Loyola).  

Pe. João Bosco Vieira Leite