(Jó 19,1.23-27a; 1Cor 15,20-24a.25-28; Lc 12,35-40) Finados.
“Eu sei que o meu redentor está vivo e
que, por último, se levantará sobre o pó;
e depois que tiverem destruído esta
minha pele, na mina carne verei a Deus” Jó 19,25-26.
“Podemos
ajudar muito e de diversas formas as almas que se preparam para entrar no Céu e
ainda permanecem no Purgatório. Sabemos que ‘a união dos que estão na terra com
os irmãos que descansam na paz de Cristo não se interrompe de nenhuma maneira,
antes, pelo contrário vê-se fortalecida pela comunicação de bens espirituais’
(Lumen Gentium, 49). [...] A Santa Missa, que possui um valor infinito, é o que
temos de mais valioso para oferecer pelas almas do Purgatório. Também podemos
oferecer por elas as indulgências que lucramos na terra: as nossas orações, de
modo especial o Santo Rosário, o trabalho, a dor, as contrariedades, etc. Esses
sufrágios são a melhor maneira de demonstrarmos o amor pelos nossos parentes e
amigos e por todos os que nos precederam e esperam o seu encontro com Deus. Os
nossos pais ocuparão um lugar privilegiado nessas orações. Por sua vez, as
almas do Purgatório também nos ajudam muito nesse intercâmbio de bens
espirituais que é a Comunhão dos Santos. ‘As almas benditas do purgatório – Por
caridade, por justiça e por egoísmo desculpável – podem tanto diante de Deus!
–, lembra-te delas com frequência nos teus sacrifícios e na tua oração. Oxalá
que, ao falar nelas, possas dizer: ‘Minhas boas amigas, as almas do
purgatório...’’ (Josemaria Escrivá)”.
(Francisco Fernandez-Carvajal – Falar com Deus – Vol. 7 – Quadrante)
Pe.
João Bosco Vieira Leite