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Segunda, 31 de agosto de 2026

(1Cor 2,1-5; Sl 118[119]; Lc 4,16-30) 22ª Semana do Tempo Comum.

“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa-nova aos pobres; enviou-me para proclamara libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista;

para libertar os oprimidos...” Lc 4,18.

“Onde Jesus proclama a boa nova da proximidade do Deus bondoso, todos sentem-se livres de sua culpa. Aí os pecadores criam coragem para chegar perto de Jesus, pedindo perdão. Aí eles se sentem incondicionalmente aceitos, apesar de suas culpas. É essa experiência que Lucas faz penetrar no coração dos seus leitores com maravilhosa narrativa da pecadora que teve a coragem de entrar na casa do fariseu, a fim de ungir os pés de Jesus (Lc 7,36-50). Onde Jesus aparece e atua, cria-se um espaço livre em que todos podem novamente respirar aliviados. Deve ser esse o sentido da imagem das roças deixadas sem cultivo. Jesus transmite a ideia de que não devemos continuamente trabalhar em cima de nós mesmos, de que devemos deixar a lavoura de nossa alma descansar também uma vez, na confiança de que Deus há de semear a boa semente. Então, pela graça de Deus, a terra há de render cem vezes mais” (Anselm Grün – Jesus, Modelo do ser humano – Loyola).    

Pe. João Bosco Vieira Leite